E finalmente chegou o dia em que a edição demorou a ficar pronta. Nosso primeiro atraso. Devo confessar que a responsabilidade é toda minha. Todos os nossos colaboradores enviarem seus trabalhos dentro do prazo. Alguns deles mandaram bem antes. Minhas inúmeras obrigações, somadas aos problemas familiares, é que não permitiram que o cumprimento da data.

De qualquer modo, são ossos do ofício. Eu desejo que não volte a acontecer, mas os imprevistos estão aí para isso.

Nesta edição temos um ensaio do nosso colega Marcos Rodrigues a respeito da tragédia em Brumadinho; Mariana Mascarenhas preparou um texto sobre a importância do filme Roma – produção da Netflix que concorreu ao Oscar – para o mercado do audiovisual; na abertura da edição temos uma análise do empoderamento feminino por meio das letras de músicas populares; a professora Maria da Silva conta um pouco das suas dificuldades no ensino público no estado da Bahia; minha amiga Angelica Riello escreve sobre a falta que faz algumas pessoas que já não estão mais aqui; eu trago uma entrevista que fiz há algum tempo com o blogueiro Marcos Lemos. O comunicador reflete a respeito das dificuldades de apostar apenas nas redes sociais como plataforma de divulgação.

A edição está mais curta, mas também está mais direta. Gosto de acreditar que estamos melhorando a cada número.

A produção da próxima edição já começou. Por enquanto, divirtam-se com a esta.

Boa Leitura.

J. Fagner

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