A ofensiva do governo Temer e de seus aliados contra os trabalhadores brasileiros caminha a passos largos. Depois de aprovar a PEC 55 e a Reforma do Ensino Médio, agora eles querem mexer na Previdência.

Por conta disso, diversos trabalhadores prometem cruzar os braços nesta quarta-feira e parar o Brasil em favor dos direitos dos trabalhadores e do povo brasileiro.

A pauta da Greve Nacional é a luta contra a Reforma da Previdência e pelo pagamento do Piso Nacional do Magistério. Já no Estado, a luta é contra o descaso do governo contra os educadores, a falta de reajuste salarial, o pagamento de precatórios, concurso público e a manutenção dos direitos da categoria.

Os sindicatos que prometeram apoio são:

Metroviários SP, Condutores SP, metalúrgicos, APEOESP, SINPEEM, SINASEFE, SINTUSP, SINDISEF, SINTRAJUD, Bancários, Eletricitários, Correios, Sintaema-Sabesp, Sindsaúde, Químicos SP, Municipais / Professores de Francisco Morato, Químicos de Osasco, Bancários de Santos, Químicos de São José dos Campos, Metalúrgicos de SJC, Metroviários de BH, CNTE, entre outros.

Em Peruíbe e região, diversas escolas vão fechar as portas enquanto outras terão os horários alterados ou aulas prejudicadas, tantos nas estaduais, quanto nas municipais.

Reportagem: Márcio Ribeiro

Foto: Danilo Verpal/ Folhapress

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  • Peruibense

    “Ângela é uma executiva de sucesso, casada com Marcelo. Ele é um músico de garagem, que passa boa parte do tempo em casa. Ele é um “dono de casa”.

    Ângela tem um cartão de crédito sem limite. É Ângela quem paga a fatura.

    Ângela deixa esse cartão com Marcelo, que vive uma vida fútil. O vagabundo adora gastar aos tubos, em tudo que é tipo de besteira. Também gasta muito com bebidas, festas e até para ficar chapado.

    Marcelo é o governo.

    Quando Ângela olha a fatura, observa que, com o cartão, ele pagou o seu plano de saúde, a mensalidade da escola do seu filho, algumas outras coisas importantes e centenas de outras coisas caras e desnecessárias.

    Quando Ângela vai tirar satisfação, para cada item desnecessário, o vagabundo inventa uma justificativa para convencê-la de que aquela compra era indispensável. Ângela aceita…

    A cada mês, a fatura vem mais alta. Depois de alguns meses, a fatura ultrapassa a sua renda mensal.

    Ângela percebe que, se isso continuar assim, vai acabar ficando inadimplente.

    Então, em um momento de lucidez, Ângela liga para o banco e pede para colocar um limite compatível com a sua renda no cartão.

    Os amigos de seu marido ficam revoltados. Dizem que, com esse limite, não vai dar mais para pagar a mensalidade da escola, nem o plano de saúde, como se não fosse houvesse mais nada para cortar. Esses amigos são os militantes do PT, PSOL e PCdoB.

    Ângela decide manter sua decisão, mesmo assim.

    Quando Ângela fez isso, estava adotando a sua PEC 55.

    Fim.”

    Lamento que esse pessoal nunca tenha protestado contra os altíssimos índices de desemprego do desgoverno Dilma. Contra o fracasso econômico do país “governado” pelos companheiros, jamais falaram em protesto.