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O Homem do Futuro

Mais uma vez o brilhante Wagner Moura é destaque na produção cinematográfica que conquista a plateia em grande parte graças a sua incrível atuação, principalmente nas incorporações de mudanças de personagem. Na trama ele interpreta um cientista que ainda guarda mágoas de seu passado conturbado, em que ele foi extremamente humilhado na frente da garota que amava e de seus colegas da universidade em um baile de fantasias.
Sua obsessão e desespero por criar uma nova forma de energia que permita mudar o mundo acabam fazendo com que ele produza, na verdade, uma máquina do tempo que o faz voltar ao passado justo na época em que ele é conhecido como Zero e humilhado por Helena (Aline Moraes), a garota dos sonhos. A partir de então, ele decide mudar a história de sua vida transformando o destino do Zero jovem. Voltando aos tempos atuais, o estudante e o cientista se unem e ele percebe que a mudança ocasionada trouxe resultados nada agradáveis e decide voltar no tempo novamente para consertar o que ele mesmo fez e tentar impedir que o futuro seja mudado.
A incorporação de um jovem e tímido estudante de física, um cientista conturbado e um empresário bem-sucedido (resultado do que ele se transformou após seu destino ser alterado) é surpreendente do começo ao fim, de modo que o Wagner Moura consiga encarar três estereótipos distintos, totalmente entregue ao personagem trazendo o máximo de realidade para seus papéis.
O filme traz para os telões uma série de efeitos especiais os quais são destaques para o cinema nacional que não possui muitas produções com tais características e ainda se mostra muito amador neste quesito. Mas tal fato acaba não sendo problema para a produção que conquista tanto os espectadores também graças à contribuição do diretor Claudio Torres de A Mulher Invisível, outro grande filme nacional que conquistou inúmeros espectadores.
 
Por Mariana Mascarenhas

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