Ao iniciar este projeto (a ideia original era publicar 12 edições de uma revista/fanzine em formato impresso) eu sabia que a maior parte dos colaboradores não chegaria às últimas edições.

Todos ficaram empolgados nos primeiras dois ou três números. Mas isso é natural. Difícil mesmo é manter a periodicidade quando não se é remunerado, tendo muitas contas para pagar, responsabilidades familiares, compromissos matrimoniais, filhos para criar, atividades acadêmicas para cumprir. Não reclamo dos nobres colegas que não chegaram até aqui, muito pelo contrário, sei das dificuldades de cada um e agradeço por terem tentado.

Os sonhos de infância só são abandonados porque a realidade bate com força, nos obriga a focar naquilo que é mais imediatista, urgente. É assim que morrem os sonhos.
Faltam apenas duas edições e isso não seria possível sem a ajuda de cada um de vocês que doou parte significativa do seu tempo para a construção deste projeto.
Por hora, temos uma edição com textos variados, como já é de costume.

Márcio ribeiro nos presenteia com uma crônica sobre as brincadeiras infantis que não mais existem; Marcos Rodrigues faz uma bela reflexão sobre o entreguismo; Agelica Riello assina uma crônica poética; Eddie Silva relembra as canções de Demetrius; eu apresento um breve ensaio sobre o livro A Metamorfose, de Frans Kafka.

Espero que você, leitor, consiga divertir-se com a leitura tanto quanto nos divertimos preparando esse material.

As primeiras seis edições já podem ser adquiridas num único volume encadernado, disponível no Clube de Autores. Assim que publicarmos a décima segunda edição teremos mais um encadernado.

Boa leitura.

J. Fagner

 

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