Crônica: Nada de azulzinho, ok?
Estou sem tesão para escrever…
Nada me excita!
Falta a libido mesmo…
Veja também:
Às vezes, penso que é pela guerra política, cujas armas são tão venenosas que extrapolam os limites dos partidos…
As pessoas pensam que todas as publicações são feitas por interesses espúrios, mas não se dão conta do interesse real que é informar e fazer um trabalho sério e competente.
Fico triste em ver tantas pessoas com um potencial incrível, vivendo um bang-bang político e lambendo o saco do governo .
Não dá para ficar alheio. Se a notícia é boa, você é puxa-saco. Se a notícia é ruim , você é do contra. Se você não fala nada, é omisso e tem interesses…
Após este artigo, há quem diga: “Quem é este cara e o que ele pensa que é?”
Nem as preliminares resolvem…
Outras vezes, penso que pode ser a população da cidade.
Se faço uma denúncia séria, questionam como consegui o material e não o teor do conteúdo.
A cópia descarada e sem os créditos é o mais broxante…
Você vê o seu material e a sua pesquisa lá e alguém posa de bacana com o material que você batalhou para conseguir…
Apenas pelo gostinho de passar na frente, que deve ser bem amargo…
Felizmente, não são todos. Aqueles que dão os créditos ou pedem para reproduzir o material, deixo aqui os meus cumprimentos e apreço.
Já escutei isso:
– “Você viu como o site “X” tem bastante visualização?”
Eu respondo que sim!
Lógico que aquele site tem.
Qualquer um que pagar o Google tem as visualizações aumentadas .
Postar foto de paisagem é fácil e eu também coloco, de vez em quando. Todo mundo gosta e acho um trabalho válido e parabenizo quem faz.
A questão é que, eu não vivo no mundo de fantasias…
Não quero me comparar a canal algum, mas se eu pudesse escolher, eu preferiria ser um programa da TV Cultura do que ter audiência com um Big Brother…
Também não estou muito aí para as visualizações. Quem quiser ver, veja. Quem não quiser, procure algo que goste.
Já escrevi muito para a cidade, para as pessoas e também para mim, separadamente.
Hoje, já não sei para quem escrevo…
Talvez, pela mesma razão que uma árvore dá frutos…
Por enquanto, faço uma pequena parada para tentar buscar fontes de inspirações e de prazer em outras leituras, para ver se a vontade de escrever volta.
Por enquanto, nada de azulzinho…
Texto e Autoria: Márcio Ribeiro
Imagem: Pixabay
Contato: [email protected]
Leia outras histórias
Em Peruíbe/SP: Local da termoelétrica tem perfuração e marco de concreto
O Caminho do Imperador: Uma travessia pelo coração da Juréia-itatins
"Tô feliz (matei o presidente)". Conheça a versão atual e relembre a de 1992
Liminar favorece a comunidade e impede a demolição de casa caiçara na Juréia
A minha história com o livro “O Exorcista”
Entrevista: Luiz Maurício fala de alguns dos problemas da cidade
A Lógica das Boas Ideias: O que a COP30 Revela Sobre o Futuro da Ação Climática
Uma confusão entre Carmem Miranda e Calixto no Bernardino, em 1999
Sobre o autor
Sou Jornalista, Técnico em Turismo, Monitor Ambiental, Técnico em Lazer e Recreação e observador de pássaros. Sou membro da Academia Peruibense de Letras e caiçara com orgulho das matas da Juréia. Trabalhei na Rádio Planeta FM, sou fundador do Jornal Bem-Te-Vi e participei de uma reunião de criação do Jornal do Caraguava. Fiz estágio na Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Peruíbe e no Jornal Expresso Popular, do Grupo "A Tribuna", de Santos, afiliada Globo. Fui Diretor de Imprensa na Associação dos Estudantes de Peruíbe - AEP. Trabalhei também em outras áreas. Atualmente, escrevo para "O Garoçá / Editoria Livre" e para a "Revista Editoria Livre."
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
- Márcio Ribeiro
Compartilhar em:
Tags: crônica de Márcio, Crônica de Márcio Ribeiro, Crônicas de Peruíbe, Cultura de Peruíbe, Manoel Castan, nuvem rolo, Ruas do Guaraú
Últimas publicações

Mistério: ufólogos investigam marcas no solo após luz aparecer no céu de Peruíbe

Peruíbe firma contrato de gestão para implantação do novo hospital municipal

Mãos à obra: Mutirão de limpeza toma praias de Peruíbe neste sábado (25)

Nesta sexta: Peruíbe debate políticas públicas para povos e comunidades tradicionais

Fenômeno: Brasil ganha agência internacional de ufologia com sede no litoral de SP

A Ilusão da Letalidade Máxima

Monstros sem Mito

O Espectro da Fraude: Reflexões sobre Fictor e a Fragilidade das Estruturas Financeiras









