Ave ameaçada de extinção é vista no local onde queriam construir a termoelétrica

Um grupo de  observadores de aves fotografou o Apuim-de-costas-pretas (Touit melanonotus) em Peruíbe/SP, na borda da mata onde se pretendia construir a Usina Termoelétrica.

Veja o local onde a espécie estava :

Ave apareceu perto da  ETEC à direita. Terreno “da termoelétrica” ao Centro. Imagem Google Maps

Neste ano, a espécie apareceu primeiro na zona rural e foi vista pelos biólogos Bruno Lima e Karina Avila. Posteriormente, passou a frequentar e marcar presença nas matas próximas à ETEC de Peruíbe.

Veja a foto feita por ela, o primeiro registro fotográfico da cidade:

Primeiro registro fotográfico do Apuim na cidade, de Karina Avila

Veja outras fotos

Foto de Bruno Neri

 

Foto de Pedro Behne
Foto de Fábio Barata

Além das fotos acima, com os seus respectivos autores, Marcelo Feliti e Franciane S. Pereira também fotografaram o pássaro.

Esta é a segunda vez que este psitacídeo aparece em Peruíbe.

Em março de 2012, Bruno Lima e Márcio Ribeiro conseguiram gravar a espécie na zona rural, até então, as sonoras eram os únicos registros feitos na cidade, curiosamente no mesmo mês dos registros recentes.

O Apuim-de-costas-pretas encontra-se ameaçado de extinção e possui registros esparsos na faixa litorânea entre Santa Catarina e Bahia.

Foto creditada a Bruno Neri e enviada por Bruno Lima

Texto e Pesquisa: Márcio Ribeiro

Fotos: Creditadas nas imagens

Contato: [email protected]

Márcio Ribeiro

Sou Jornalista, Guia de Turismo, Monitor Ambiental, Técnico em Lazer e Recreação e Guia de Birdwatching. Sou um caiçara com orgulho das matas da Juréia. Trabalhei na Rádio Planeta FM, sou um dos fundadores do Jornal Bem-Te-Vi e participei de uma reunião de criação do Jornal do Caraguava. Fiz estágio na Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Peruíbe e no Jornal Expresso Popular, do Grupo "A Tribuna", de Santos, afiliada Globo. Fui Diretor de Imprensa na Associação dos Estudantes de Peruíbe - AEP. Trabalhei também em outras áreas. Atualmente, escrevo para O Garoçá, Editoria Livre e para a Revista Editoria Livre.

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