Publicado em 18 de julho de 2016

Por Mariana da Cruz Mascarenhas 

As inúmeras trapalhadas do esquilo Scrat correndo atrás de sua noz na era glacial – fugindo das mais inusitadas situações como bolas de neve, vulcões, entre outras –, se consagraram nas animações infantis atraindo crianças e adultos. É a franquia A Era do Gelo, que chega ao seu quinto e último episódio.

Mas o fato é que, quatro produções depois, o primeiro longa da franquia lançado em 2002, com direção de Chris Wedge e do brasileiro Carlos Saldanha, continua sendo de longe o melhor de toda a franquia, cuja continuação trouxe uma fórmula previsível com repetições, divergindo apenas nas histórias.

E a quinta produção não faz diferente desta sequência. Com o título A Era do Gelo: Big Bang, o termo nada tem a ver com a origem do universo, mas sim com o risco da destruição do planeta depois que o esquilo Scrat vai parar numa nave espacial atrás de sua noz e, sem querer, provoca uma catástrofe que coloca os animais da Terra em risco, acelerando a chegada de um grande meteoro a Terra.

Na tentativa de impedir a destruição do planeta, a famosa turminha composta, entre outros personagens, pelo bicho preguiça Sid, o tigre Diego e o mamute Manny, fará de tudo para impedir a chegada do meteoro, preenchendo assim as quase duas horas de filme.

As confusões da turma, especialmente as trabalhadas de Sid, podem ser consideradas talvez a maior aposta do longa para atrair os espectadores e arrancar risadas principalmente da criançada, para quem o filme é mais voltado, já que a história em si é bem linear e desprovida de surpresas.