Ao longo deste mês, conhecemos cinco novas histórias de aparições em Peruíbe. Veja quais são:

A sereia misteriosa da Praia do índio.

Três amigos combinaram de pescar na Praia do Índio, entre a Praia do Costão e a Prainha. Chegaram cedinho para contemplar o nascer do sol. De repente, encostado em uma pedra, estava uma pessoa, de cabelo rasta e de aspecto muito estranho. Esta pessoa estava lá de frente para as pedras, como nas brincadeiras de esconde-esconde. Ficaram em silêncio e não foram perturbá-lo. O ser, que parecia ter uma cauda, saiu do seu transe, olhou para o sol e caminhou rumo ao mar, onde sumiu nas águas do oceano. Até hoje, ninguém sabe o que era…

Trecho da encosta de Peruíbe em foto tirada da Trilha do Costão com vista para a Praia do Índio.

O gigante da Barra do Una

Um monitor ambiental, cujo nome não menciono, estava guiando um grupo na Barra do Una, neste mês de novembro. Combinaram, entre outras coisas, de ver o sol nascer do alto do costão da Barra. Aguardavam o nascer do sol quando apareceu um homem que parecia ter uns três metros de altura e todo de branco. Um dos turistas disse ao monitor: – ” Você está vendo aquilo? O que é?” O monitor respondeu que poderia ser uma “visagem” . O Homem grande entrou na rocha e sumiu sem fazer mal algum para eles, mas deixando-os assustados e com muito medo.

Costão da Barra do Una, na travessia para o Caramborê. Conhecido também como pesqueiro alto.

O tenebroso guardião do costão do Barra do Una

Ainda no costão da Barra, tem uma trilha que desce para o Caramborê e outra que sobe até uma pedra sombreada por um Abricoeiro. Ali é um bom local para tirar fotos, fato que me fez subir  para fazer umas fotografias. Minha tia, desesperou-se para que eu não fosse e pediu insistentemente para que eu a atendesse. Argumentei que não tinha perigo, mas ela estava irredutível. Recentemente, após um bom tempo deste episódio, contou que viu uma sombra perto de mim e que estava disposta a me empurrar lá do alto.

O fandango fantasma da Juréia

Não há mais moradores na Cachoeira do Guilherme. Morreram alguns e os outros foram embora do local. Mas mesmo sem ninguém, alguns pescadores que se aproximam, costumam escutar cantorias de fandango vindo das casas abandonadas. Quem estaria cantando? Teve um rapaz que estava visitando o local e que por algum motivo ficou sozinho em uma das casas. Escutou o barulho de uma vassoura e viu que uma senhora varria um dos cômodos. Conversou com ela, ouviu histórias e ela até se apresentou. Posteriormente, com a chegada dos demais, descobriu que aquela mulher já tinha morrido fazia tempo.

O “rasante da bruxa”, imagem feita em 2015 onde os galhos formam a imagem de uma bruxa

 

O cão chifrudo do Rio Una

Eles se preparavam para ir embora de uma tapéra que existe nas voltas do Rio Una, mas o motor do barco não pegava de jeito algum. Após muitas tentativas, nada! O caiçara que pilotava o barco foi o único que viu um ser baixo, todo de preto, de braços cruzados, na proa do barco e resolveu perguntar aos outros: – “Alguém tá levando alguma coisa da casa? Alguém pegou algo? Prontamente, um dos tripulantes mostrou um pano-de-prato que levaria de recordação. Após o objeto ser devolvido, o motor voltou a pegar, mas uma voz soprada ao ouvido dele disse algo que o arrepiou:  – “Eu vou com vocês”. Naquele momento e na frente dos demais, o caiçara começou a rezar e ordenou que aquela criatura saísse e que o barco não era o lugar dele. O ser chifrudo desceu e sumiu na imensidão da floresta.

Foto tirada às margens do Rio Una. Local de muitas histórias assombrosas

 

Texto / Matéria: Márcio Ribeiro

Todas as Fotos: Márcio Ribeiro

Imagem: Pixabay

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